DIY: Arco de animais e uma viola de brinde.

Esse post é só uma desculpa para mostrar de pertinho o que ocupou meu tempo ( e minhas mãos no mês de outubro).
Eu não sou muito adepta à lembrancinhas de festa. Elas geram lixo, são sempre meio inúteis e ninguém tem que receber um prêmio por ter ido a sua festa, né.
Mas eu queria fazer algo para a festa do Nico. Não como lembrança, mas como forma de tornar o evento mais participativo, interativo e bacana para os convidados (crianças e adultos).

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Sono é necessidade; não opção.

Faz uma semana que eu dormi sozinha-sozinha pela primeira vez em sei lá quantos anos (vulgo desde que tenho filho). Mas porquê isso, meodeos? Estou num movimento de mudanças de hábito e melhora da qualidade de vida: aprender a me ver de novo como um indivíduo e dormir são dois pontos principais dessa empreitada.

Nisso, o convite para passar uma noite no #hoteldosonomedley caiu como uma luva. Para quem quer saber como foi essa experiência e como dormir melhor, segue o texto 😉

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10 ideias de brinquedos do Pinterest que já testei:

Na minha vida de veneração ao Pinterest deve ter umas 10 pastas diferentes só de brinquedos, costurices, coisas pra se fazer com papelão e tal. Sem contar minhas infinitas listas no trello de projetos nunca colocados em prática.

Mas de uma coisa eu posso me orgulhar: muita coisa eu tentei. Nem todas deram certo, confesso (essa é a maior verdade do mundo DIY). Mas a maioria valeu a pena :))) (olhos brilhando).

Vou compartilhar com vocês 10 brinquedos que fiz para o Nico inspirada em imagens do Pinterest (e não, o Pinterest não me paga para eu falar dele. é só amor mesmo):

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Bicicleta de equilíbrio: parece modinha mas é bacana mesmo.

Nico tem uma dessas bicicletas de equilíbrio (sem pedal, sabe?) que é o maior sucesso aqui em casa: a criatura acorda pedindo “bibi” e apontando para a porta, quer andar o dia todo e quando dorme sonha “bibi, bibi, bibi”.  Você já deve ter visto uma dessas: no mundo cult-bacaninha da zona oeste de São Paulo, é sensação e metade das crianças tem uma. E vai me perguntar: então é só modinha, status e elitização da infância?

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