4,2. Filhos, escolhas e essa tal de criação com apego

Ter filhos, como tudo na vida, faz a gente viver um processo contínuo de escolhas. Grandes escolhas. Não funciona como cuspir um bebê e fim. É difícil, você tem de cuidar, e escolher como fazer isso. Eu sempre coloquei um peso muito grande nessa parada. Como se EU tivesse toda a responsabilidade sobre a vida daquele ser dentro da minha barriga (e não era assim, ue?) e sobre a vida futura dele. Como tenho amor por ele, quero o melhor. No caso, o que EU considero o melhor.

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1,2,3 Péo e a Casa Redonda.

Se tem uma coisa que eu acho que a gente tem sempre que repetir (para si e para os outros) são sobre as brasileiras e brasileiros que fazem projetos bacanas, que estudaram coisas muito legais, que contribuíram para dado campo do conhecimento. Com a tal “síndrome da grama do vizinho é mais verde”, a gente vive achando que bacana são os autores gringos, os projetos gringos e que legal mesmo é aquela experiência de escola lá da Finlândia.

Por isso vou compartilhar sobre uma pessoa incrível que tenho estudado (e faço planos de conhecer bem mais de pertinho).

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