Quintal parental: dos bolinhos e dos perrengues.

Todo mundo me pergunta se o Nico já vai para a escola. Não minha gente! Ele vai para um Quintal (uma creche parental). Que poderia ser como uma escola, mas não é. O Quintal cumpre muito bem nossas necessidades familiares de passar um tempo longe do Nico (seja por trabalho ou saúde mental) e as necessidades dele (Nícolas) de ter amigos e outros vínculos afetivos para alem dos pais e familiares.

Faz 1 ano que estamos nessa. Tem aqui no blog dois textos antigos falando sobre (aqui e aqui). E nesse novo semestre – depois de muito bater a cabeça e visitar muitas outras escolas e projetos educativos) continuamos no mesmo barco. Como ando meio empanzinada desse assunto de Quintal, resolvi reviver esse blog para desafogar meu peito. Quem quiser saber, vem comigo:

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Creche Parental: um Quintal possível e como isso tem se dado na nossa prática.

Faz mais de mês que Nico começou a frequentar novos espaços para além da casa, da rua, dos nossos braços.
Passada as primeiras semanas, de adaptação e desespero, posso olhar esse processo com mais calma e arriscar as primeiras palavras sobre. Quem quer ouvir? Chega mais!

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“Ei, Não, Não pode, tira a mão daí, para com isso, isso não” : como criar alternativas na educação nossa de cada dia.

Se tem uma coisa que você repete muito quando vira mãe ou pai é “NÃO”. “Não pode, agora não, tira a mão daí, desce daí menino, nããããããão, eu já disse que não”. Mesmo que você leia muito sobre educação positiva e coisa e tal, vai ver como o não pula da sua boca quase que automaticamente.

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4,2. Filhos, escolhas e essa tal de criação com apego

Ter filhos, como tudo na vida, faz a gente viver um processo contínuo de escolhas. Grandes escolhas. Não funciona como cuspir um bebê e fim. É difícil, você tem de cuidar, e escolher como fazer isso. Eu sempre coloquei um peso muito grande nessa parada. Como se EU tivesse toda a responsabilidade sobre a vida daquele ser dentro da minha barriga (e não era assim, ue?) e sobre a vida futura dele. Como tenho amor por ele, quero o melhor. No caso, o que EU considero o melhor.

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1,2,3 Péo e a Casa Redonda.

Se tem uma coisa que eu acho que a gente tem sempre que repetir (para si e para os outros) são sobre as brasileiras e brasileiros que fazem projetos bacanas, que estudaram coisas muito legais, que contribuíram para dado campo do conhecimento. Com a tal “síndrome da grama do vizinho é mais verde”, a gente vive achando que bacana são os autores gringos, os projetos gringos e que legal mesmo é aquela experiência de escola lá da Finlândia.

Por isso vou compartilhar sobre uma pessoa incrível que tenho estudado (e faço planos de conhecer bem mais de pertinho).

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