4,2. Filhos, escolhas e essa tal de criação com apego

Ter filhos, como tudo na vida, faz a gente viver um processo contínuo de escolhas. Grandes escolhas. Não funciona como cuspir um bebê e fim. É difícil, você tem de cuidar, e escolher como fazer isso. Eu sempre coloquei um peso muito grande nessa parada. Como se EU tivesse toda a responsabilidade sobre a vida daquele ser dentro da minha barriga (e não era assim, ue?) e sobre a vida futura dele. Como tenho amor por ele, quero o melhor. No caso, o que EU considero o melhor.

Continuar lendo

Anúncios

8,2. Coworking: mais do que a busca por um ambiente de trabalho.

Por aqui optamos por eu deixar meu emprego (por mil questões que não veem ao caso agora) e ter alguém que pudesse passar o dia se dedicando ao Nico nesse primeiro ano de vida dele. Cuidar de uma criança dá um puta trabalho (e exige demais).

(isso não necessariamente está dando certo, mas também não vem ao caso agora).

Hoje, quando penso em voltar a trabalhar fora de casa, levar para frente projetos pessoais e profissionais, fico pensando em como conciliar isso ao cuidado ativo do Nicolas. Como criar formas para me dedicar à um emprego, que tenha flexibilidade de horários, que não seja de mil horas por dia, que eu possa continuar amamentando em livre demanda… (sempre penso nas mães que não podem como eu ficar buscando esse cenário ideal, e que assim que a licença maternidade acaba, puf vão trabalhar oito horas por dia e ainda passar 3h no trânsito. Força, muita força!)

A busca por esse cenário ideal me fez conhecer mais de perto os COWORKING,

Continuar lendo

7,1. Para repensar: os “luxos-necessários” dessa vida de classe média.

Tenho pensado muito em outras formas de viver a vida que saiam do “sistema padrão classe média” em que fui criada. Fico conversando com minha madrinha e vendo o quanto nossas vidas são caras pois temos muitos luxos-necessários. Como ter carro, como comer em um self-service de 80 reais o quilo pois não tem outro na região, o estacionamento do shopping, o shopping, a distância da casa ao trabalho.

Continuar lendo

1,2,3 Péo e a Casa Redonda.

Se tem uma coisa que eu acho que a gente tem sempre que repetir (para si e para os outros) são sobre as brasileiras e brasileiros que fazem projetos bacanas, que estudaram coisas muito legais, que contribuíram para dado campo do conhecimento. Com a tal “síndrome da grama do vizinho é mais verde”, a gente vive achando que bacana são os autores gringos, os projetos gringos e que legal mesmo é aquela experiência de escola lá da Finlândia.

Por isso vou compartilhar sobre uma pessoa incrível que tenho estudado (e faço planos de conhecer bem mais de pertinho).

Continuar lendo